domingo, 16 de maio de 2010
Arte Maia

| Parte das limitações dos cientistas se deve ao caráter fragmentário dos restos arqueológicos, muitos dos quais provêm do roubo para fins comerciais. Isso impede o conhecimento do contexto no qual foram descobertos, dificultando a interpretação dos restos cerâmicos. Geralmente reservadas ao tratamento de temáticas relacionadas ao mundo dos mortos, as descobertas de cerâmica são freqüentes nas câmaras funerárias. Os arqueólogos supõem que as cenas são partes de uma mitologia das entidades familiares, também representadas com estatuetas sagradas, no caso das linhagens de nobreza. Os poucos murais pintados que se conservam surpreendem pelo realismo e a capacidade para transmitir sentimentos. É o caso dos vasos de Bonampak, elaborados entre 600 e 800 a.C. na região mexicana de Chiapas. Eles mostram as cerimônias e os momentos que antecediam as batalhas, seu desenvolvimento, e o sacrifício final dos prisioneiros. Os maias combinaram originalidade criativa com o aperfeiçoamento dos estilos que desenvolviam os povos com os quais entravam em contato, fossem invasores ou vizinhos. O arco ou a abóbada falsa foi um elemento exclusivo de suas construções. O jade era um material ritual e mágico mais valorizado do que o ouro. Era a jóia favorita. Os reis maias a utilizavam como dentes postiços. Uma vez enterrados, as máscaras fúnebres cobriam o seu rosto, e depositavam em sua boca contas de jade e milho para saciar a fome no País dos Mortos. Natália |
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Um pouco de poesia ...pros corações aflitos =)
Amor é bicho instruído
Amor é bicho instruídoOlha: o amor pulou o muro
o amor subiu na árvore
em tempo de se estrepar.
Pronto, o amor se estrepou.
Daqui estou vendo o sangue
que escorre do corpo andrógino.
Essa ferida, meu bem
às vezes não sara nunca
às vezes sara amanhã.
Carlos Drummond de Andrade
Natália
A arte da covardia
Como muitos devem saber e até ter protestado, em 2007, Guillermo Vargas Habacuc, um suposto artista, colheu um cão abandonado de rua, atou-o a uma corda curtissima na parede de uma galeria de arte e ali o deixou, a morrer lentamente de fome e sede.
Durante varios dias, tanto o autor de semelhante crueldade, como os visitantes da galería de arte presenciaram impassiveis à agonia do pobre animal. Até que finalmente morreu de inanação, seguramente depois de ter passado por um doloroso, absurdo e incompreensivel calvario. Parece-te forte?
Pois isso nao é tudo: a prestigiosa Bienal Centroamericana de Arte decidiu, incompreensivelmente, que a selvageria que acabava de ser cometida por tal sujeito era arte, e deste modo tão incompreensivel Guillermo Vargas Habacuc foi convidado a repetir a sua cruel ação na dita Bienal,isso em 2008.
E você,o que acha de tudo isso?
Natália

Vivemos hoje num mundo de competitividade e individualismo,onde muitas vezes a psicopatia passa despercebida e às vezes é tida como normal.Porém é importante nos informarmos melhor sobre o tema e aprendermos a nos defender desses "monstros sociais" chamados psicopatas.Aí vai a diga de um livro sobre o assunto.
Mentes Perigosas
Sinopse: Quando pensamos em psicopatia, logo nos vem à mente um sujeito com cara de mau, truculento, de aparência descuidada, pinta de assassino e desvios comportamentais tão óbvios que poderíamos reconhecê-lo sem pestanejar. Isso é um grande equívoco! Para os desavisados, reconhecê-los não é uma tarefa tão fácil quanto se imagina. Os psicopatas enganam e representam muitíssimo bem. "Mentes Perigosas" discorre sobre pessoas frias, manipuladoras, transgressoras de regras sociais, sem consciência e desprovidas de sentimento de compaixão ou culpa. Esses "predadores sociais" com aparência humana estão por aí, misturados conosco, incógnitos, infiltrados em todos os setores sociais. São homens, mulheres, de qualquer raça, credo ou nível social. Trabalham, estudam, fazem carreiras, se casam, têm filhos, mas definitivamente não são como a maioria da população: aquelas a quem chamaríamos de "pessoas do bem". Eles podem arruinar empresas e famílias, provocar intrigas, destruir sonhos, mas não matam. E, exatamente por isso, permanecem por muito tempo ou até uma vida inteira sem serem descobertos ou diagnosticados. Por serem charmosos, eloqüentes, "inteligentes" e sedutores costumam não levantar a menor suspeita de quem realmente são. Visam apenas o benefício próprio, almejam o poder e o status, engordam ilicitamente suas contas bancárias, são mentirosos contumazes, parasitas, chefes tiranos, pedófilos, líderes natos da maldade. Em casos extremos, os psicopatas matam a sangue-frio, com requintes de crueldade, sem medo e sem arrependimento. Porém, o que a sociedade desconhece é que os psicopatas, em sua grande maioria, não são assassinos e vivem como se fossem pessoas comuns.
- Autor: ANA BEATRIZ BARBOSA SILVA
- ISBN: 9788573029161
- Origem: Nacional
- Ano: 2008
- Edição: 1
- Número de páginas: 210
- Acabamento: Brochura
- Formato: Médio
Natália Novaes
Grafite e a arte

Michelangelo, Picasso, Di Cavalcanti, Zé Carratu, Rui Amaral e Oséas Duarte, são todos artistas , mas os 3 últimos , são artistas diferentes. São grafiteiros.Usam o muro como telas de pintura A arte do grafite é hoje uma das mais fortes expressões culturais das grandes cidades. No Brasil, São Paulo concentra um verdadeiro berçário desses artesões incomuns. Ainda assim, existe um certo preconceito do público diante do grafite, que o liga diretamente à pichação — este sim, um ato criminoso.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Por exemplo: literatura portuguesa, literatura inglesa e etc.
Como: texto artístico, texto de palavras, texto cientifico, texto literário.
Conjunto de produção em prosa e verso.
manipula as palavras, a escrita capita a realidade através dos sentimentos,
e explorar fonéticas semânticas, sintáticas, síntese.
Matéria-prima as palavras a linguagem, o texto literário e sua função poética.
serve de suporte, subverte algumas regras é o sentido comum de algumas
palavras.
publico e a sociedade, o artista recria o texto que lê livremente, tem prazer no que escreve, e amplia sua habilidade na leitura e no texto.
tempo, Ou até mesmo aquele livro que o professor não indica mais que nós gostamos de ler, tudo isso depende do sentido que temos ao interpretá-lo.